ELEIÇÕES 2018: Expulsão de Fernando Filho do PSB será votada nesta segunda-feira


Integrantes do Diretório Nacional do PSB vão se reunir em Brasília nesta segunda-feira (16), às 19h, para deliberar sobre o processo disciplinar aberto em abril contra o ministro de Minas e Energia, Fernando Filho. Dissidente e com filiação acertada no PMDB para março, na janela partidária, ele voltou para a Câmara para votar pela reforma trabalhista, ao contrário da posição da sigla, que fechou questão contra o projeto do governo Michel Temer.

Integrantes do Diretório Nacional do PSB vão se reunir em Brasília nesta segunda-feira (16), às 19h, para deliberar sobre o processo disciplinar aberto em abril contra o ministro de Minas e Energia, Fernando Filho. Dissidente e com filiação acertada no PMDB para março, na janela partidária, ele voltou para a Câmara para votar pela reforma trabalhista, ao contrário da posição da sigla, que fechou questão contra o projeto do governo Michel Temer.

O Conselho de Ética do partido é favorável à expulsão dos parlamentares.

Todos negociam a migração para outros partidos. Ao todo, calcula-se que haja 13 divergentes que negociam a saída do PSB e aguardam a janela partidária, em março, para não perder os mandatos no Legislativo. Hoje, a bancada socialista tem 36 deputados.

Fernando Filho já anunciou que em março vai migrar para o PMDB, seguindo o pai dele, o senador Fernando Bezerra Coelho, que trocou o PSB pelo partido de Temer em setembro.

O clã foi cortejado por dois meses pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para que escolhessem o Democratas, mas foi atraído pelo líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), com a promessa de que receberiam o comando do partido em Pernambuco, o que ainda não aconteceu por causa de uma briga com o deputado federal Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), tradicionalmente líder dos peemedebistas locais, e com o atual presidente estadual da sigla, Raul Henry. A disputa foi parar nas Justiças pernambucana e do Distrito Federal, que concederam liminares a favor de Jarbas e Raul.

Pai e filho estão na oposição e articulam o nome do ministro na disputa ao Governo de Pernambuco contra Paulo Câmara (PSB). Como hoje o PMDB é o principal aliado dos socialistas, a troca de palanque é um dos motivos da briga.

Paulo é vice-presidente nacional do PSB.


Da mesma forma que o ministro e o senador, Tereza Cristina, Danilo Forte e Fábio Garcia foram procurados por PMDB e Democratas, criando uma disputa entre os dois partidos e deixando Maia irritado com Temer em meio à tramitação das denúncias contra o presidente na Câmara.

Blog de Jamildo

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